sábado, 14 de junho de 2008

Que Fazer senão Amar?

Vamos falar de amor. Quase não costumo falar muito nisso(rs,rs...), talvez seja por que prefira sentir a espontaneidade de um gesto ao invés de exigir sua presença.

Mas entre tantos pensamentos, leituras e isolamento, acho que consegui coletar algo que possa lhe transmitir, e assim falar um pouco de nós a nós mesmo.

Quando penso no amor, penso no que desejo em que procuro, e percebo que procuro um amor em todas as formas, o poder libertador deste amor, a capacidade curativa deste amor.

Está frase acho que diz muito:
“O amor é a forma perfeita de liberdade, consciência e participação”.

Mais do que uma atitude, uma maneira de ser, que se faz mais necessário do que nunca, nos dias de hoje, nos momentos em que passamos, pois o amor ajuda a compreender a agonia de um tempo que está findando e de um homem atônito, desolado e aflito ao ver ruir o seu sistema no qual investiu o melhor de suas idéias e esforços, e que hoje dá sinais de fracasso. “Fracassos”, talvez p/ este mundo que é construído em cima de um enorme egoísmo, medo, e competição.

Penso que:
“As forças afirmativas da vida trabalham com a cooperação, generosidade, compreensão, amor verdadeiro.”

Então, é preciso abrir os nossos corações. Dar as mãos, ficarmos fortes. Amar a nós mesmos, amar a vida, amar nossos projetos, nosso trabalho, amar a nossa evolução pessoal, e que possamos doar este amor um ao outro para um novo caminho.

Acredito que:
“Amor e crença em tudo que verdadeiramente queremos será concreto e conclusivo, se for do divino desígnio”.

Entre tantos questionamentos, chego a concluir que: Será que eu posso exigir de você e você de mim, que tenhamos uma ou outra atitude? Será que podemos amar desta maneira?
Eu sinto que podemos, mas sinto também que só isso não me bastará. É preciso urgente um maior desprendimento, se soltar, para que o amor que é nossa essência possa fluir.

É bem verdade que a sociedade se empenha em condicionar a nós seres humanos a analisar, julgar tudo, através de um filtro interno do seu eu, sob seu próprio ponto de vista.

Mas é preciso, deixar o amor falar mais alto, pois esta é a única arma que temos contra as situações de um sistema que busca nos escravizar.
O amor é quem e o que nós somos em essência. Escolher amar é, portanto, escolher ser mais a própria essência. É aceitar e respeitar a si próprio e aos outros. É escolher permitir, a si mesmo e aos outros, serem quem são, sem julgamentos ou exigências. É se arrepender. É perdoar!!!

E agora lhe pergunto:
Você está pronta para isso?

Não julgar é uma atitude das mais difíceis, requer muita atenção, observação, disciplina. O ato de julgar está tão impregnado em nossa maneira de ser que às vezes não conseguimos nem detectar. Não adianta predeterminar quais seriam as respostas de “amor” que os outros com quem se relaciona deveram lhe proporcionar. Pois se assim fosse, seria num certo sentido, como se o “outro” não existisse senão como projeção dos vários “eus” que existe em nós mesmos. Basta abrir as comportas do coração, simplesmente aceitar os outros como eles são, humanos, frágeis e falíveis de erros. Não dilua o amor, não se limite apenas a receber o que você julga ser necessário. Vá além...

Você consegue ser muito mais...

Beijos.

sempre,

Alair
Posted by Picasa

2 comentários:

  1. Concordo totalmente!! Respondendo a pergunta título deste post: Há muitas coisas a fazer além de amar, mas todas elas só serão plenas se executadas com amor, pois amor é essência, é pré-requisito!
    Um beijo, primo! Passa lá no meu blog pra comentar também!!!

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  2. Linda prima...
    Acredito que todas as coisas estão envoltas na maravilhosa nuvem do amor, nas suas diversas formas e maneiras surpreeendentes de nos encantar. Por isso, não consigo viver sem amar seja da forma que for.
    bjos.

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