Não olhemos as pupilas alheias como se fossem um espelho,
no qual se reflete a nossa própria imagem;
não estejamos pendentes da resposta
que esse espelho possa dar
às perguntas que a nossa vaidade
formula continuamente:
"O que é que vão pensar de mim? Sera que vão gostar de como eu sou?
O que fazer ? Desta forma é o certo?"
Imobiliza e retrai, inibe e tranca a verdade espontânea.
A simplicidade, a transparência e a espontaneidade são o melhor remédio para atingir uma alma e o recurso mais eficaz para que as nossas palavras e os nossos desejos de fazer o bem tenham eco.
Percamos o medo de errar e erraremos menos.
Texto parafraseado

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