quinta-feira, 3 de maio de 2012

SwáSthya

SwáSthya - Esta borbulhando em mim, um universo de sensações...
Hoje eu tive minha primeira aula de yoga. Estava sentindo falta de acordar bem cedo de manhã e começar o dia respirando bem. Depois de um percurso de carro seguindo um mapinha, cheguei na casa da Fernanda Marçola, professora de yoga, indicada e amiga de um grande amigo. A Fernanda tem uma mistura de força e sensibilidade, de um olhar sereno mas também penetrante, atento aos sentidos. Assim como se recebe um grande amigo, fui recebido com um delicioso abraço acolhedor, uma breve conversa e de maneira suave, ela foi me propondo os movimentos os quais fui fazendo e a aula foi achegando-se devagar.

No yoga, o corpo se movimenta com firmeza e suavidade (o meu ainda não consegue fazer nem uma coisa nem outra). Busca-se o equilíbrio, a consciência de todos os cantos do corpo, estar presente, a harmonia de fragmentos de movimentos para compor o todo. E medita-se na consciência do impermanente. O que pode parecer uma ginástica coreografada é, na verdade, uma sequência de movimentos naturais. Gestos conscientes, “habitar o próprio corpo“, segundo diz um texto sobre a consciência da prática do yoga. Alargar os espaços no corpo, na mente e na alma. Pôr-se a respirar. Abrir-se para a troca, adorei esta expressão que li, como se fosse uma Xícara vazia, ainda mais por que adoro chás, esta união entre aromas, liquidez, calor e sentidos.

Ao final, entre tantas, a PRIMEIRA sensação que pude notar, já no caminho de volta, foi à visão estar mais nítida, parecia que as cores estavam mais claras e nítidas. Já vinha há algum tempo percebendo como se fosse um embaçamento nos olhos, e hoje pude sentir como é bom, ver de novo com tamanha clareza, nem a luz me incomoda mais tanto. Meu corpo ficou cheio de vitalidade, sentindo-me desperto, mais alegre e em Paz. Sinto-me tão de bem com a vida e comigo mesmo, que te confesso que vou colocar as aulas em pratica em cada gesto, em cada respirar de um novo dia, para que as atribulações do dia  a dia não estrague esta sensação de bem estar.

Obrigada, minha querida profª e amiga, por proporcionar-me a oportunidade de me conectar comigo e com o mundo que me rodeia! A todos eu indico, sem duvida alguma, o Método DeRose. Se por medo, preconceito ou simplesmente por nunca terem escutado falar sobre, não deixem que nada os afastem da oportunidade de experimentar, pelo menos uma vez, este método. Abram-se para esta oportunidade que pode mudar sua vida, como mudou a minha, me permitindo a observar as maravilhas da criação de Deus!

Qualidade de vida, suponho que tem a ver com aquilo que é natural ao homem. Assim, como conversar e conviver com outras pessoas sem ter atritos com as mesmas, amando-os como irmãos, isso é muito bom. Aprender coisas novas é maravilhoso. Adoro estar em contato com a natureza, observar um pôr do sol, uma linda flor, uma cachoeira ou a imensidão do mar, para mim tudo isto reflete a grandiosidade de Deus, isso também é qualidade de vida. É vida que se move. Dar um abraço é para mim mais que um presente, receber em troca, um simples sorriso é o que nos torna mais ternos e contentes. Nada mais completo que dar e receber este amor, entre os homens, os animais, a natureza com tudo que a envolve. Assim Deus se faz presente nas minimas e mais simples coisas.

Entendo, então, que a simplicidade de ser e estar é natural ao ser humano. Como natural é estar em boa forma, com vitalidade, relacionar-se bem com todos, ensinar o que aprendemos contemplar e observar o que nos toca o coração, seja a natureza, uma obra de arte, uma bela foto ou simplesmente a vida tomando seu curso. Se nos dias atuais, pelos mais diversos motivos, afastamo-nos do que é natural, e assim do amor de Deus, é o retorno as origens que nos trás, a verdadeira qualidade de vida, o verdedeiro sentido da vida, o AMOR. E, exatamente esse estilo de vida, esse retorno ao saudável e bom que pode ser desenvolvido de diversas formas, e não tenho dúvida alguma, que uma delas será através desta cultura que hoje eu conheci chamado Método DeROSE.

Dez são os yamas e niyamas:

5 regras são proscritivas, baseadas no não fazer – yamas

• ahimsa: a não-agressão • satya: a verdade • astêya: não roubar • brahmácharya: a não dissipação da sexualidade • aparigraha: a não-possessividade

5 regras são prescritivas, baseadas no fazer – niyamas.

• sauchan:a limpeza • santôsha: o contentamento • tapas: a auto-superação • swádhyáya: o auto-estudo • íshwara pranidhána: a auto-entrega
Fernanda Marçola Diretora e Instrutora do Espaço do Yôga / Uni-Yôga (12) 9192-1133 / 8881-6522 email: fernanda.instrutoradeyoga@gmail.com http://www.espacodoyoga.com/?reloaded=true

2 comentários:

  1. Oi Alair, é a primeira vez que entro no seu blog - e como você disse que adora comentarios, aqui está o meu - já pensei inumeras vezes em fazer yoga, mas o tempo e o fato de correr com tudo na vida me impediram todas as inúmeras vezes... acredita que somos da mesma cidade? Espero que encontre o seu equilibriio logo, eu ainda estou em busca do meu.
    Abraços
    Larissa

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  2. Ola, Larissa.
    Que bom que veio nos visitar, sempre sera um prazer ter seu comentarios. obrigado pelo carinho. um otmo fds pra vc.

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